Terça-feira, 19 de Junho de 2007

Ouvi dizer que... As cidades



"Los Angeles"


Não têm um padrão mundial que as defina. Esta definição varia de país para país. Tradicionalmente os organismos públicos consideram a existência de uma cidade baseados em critérios quantitativos. Na Dinamarca, por exemplo, bastam 250 habitantes para uma comunidade urbana ser considerada uma cidade, e na Islândia, apenas 300 habitantes. Na França, um mínimo de dois mil habitantes é necessário, e na Espanha, dez mil habitantes. Organizações e empresas também podem possuir seus próprios critérios de "cidade". A  ONU, por exemplo, considera uma cidade somente áreas urbanizadas que possuam mais de 20 mil habitantes.

publicado por: Pangea às 23:53
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Segunda-feira, 18 de Junho de 2007

DUBAI - Cidade Relâmpago III


“Do 44.º andar de um arranha-céus que irá transformar-se no edifício mais alto do mundo, Mohammad Ali Alabbar, director de desenvolvimento económico de Dubai, observa a “baixa” de Dubai. Programado para estar concluído no próximo ano, o Emaar Burj Dubai incluirá apartamentos, escritórios, e um hotel Armani. Nos últimos 30 anos os responsáveis do Dubai construíram em “grande” e depressa, usando o dinheiro do petróleo. Algures no Golfo Pérsico, em redor do porto de pescas, assiste-se ao crescimento do Centro de Negócios, instituições bancárias, comércio.”

 

Contrastando com os tradicionais autocratas do Oriente Médio, o xeque Mohammed administra o Dubai como um competente director-geral. Além de uma agenda bastante preenchida com compromissos públicos, é frequentemente visto ao amanhecer, a fazer visitas nas zonas em construção do Dubai, tal como o seu pai o fazia. Às vezes aparece de surpresa nos locais das obras, faz perguntas incómodas, despede os maus gerentes no local e recompensa os trabalhadores mais esforçados.

 

Mohammad Alabbar é um exemplo, cresceu, como muitos cidadãos do Dubai, numa tenda feita de folhas de palmeira. O seu pai sustentava a mulher e os 12 filhos com uma rede de pesca. Em 1966 descobriu-se petróleo no Dubai, e Alabbar foi para uma universidade dos Estados Unidos com uma bolsa de estudos paga pelo governo com receitas do petróleo. (Embora no início fossem uma riqueza, as modestas reservas de petróleo do Dubai hoje, representam apenas 6% do PIB.) Depois de se formar, Alabbar impressionou decisivamente o xeque Mohammed durante os seis anos que passou a trabalhar em Singapura, transformando empresas estagnadas em prósperos negócios. O êxito granjeou-lhe o cargo de director de desenvolvimento económico do Dubai, função em que demonstrou a sua capacidade para impulsionar o comércio, eliminando a burocracia administrativa. O governo recompensou-o com a concessão de terras a baixo ou nenhum custo, e ele começou a construir.

 

Alabbar viaja pelo mundo num jacto privado e supervisiona a Emaar, uma das mais ricas empresas de desenvolvimento imobiliário do mundo e responsável pelas obras do edifício Burj Dubai, uma colossal estrutura em forma de torpedo, que será o edifício mais alto do planeta quando for concluído em 2008. Sem esquecer as origens, é com humildade que transmite aos jovens que se trabalha árduamente para chegar até aqui e que ainda há muito por fazer.

 

Parte III - Dubai, cidade relâmpago.
publicado por: Pangea às 19:36
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Domingo, 17 de Junho de 2007

DUBAI - Cidade Relâmpago II

 

“As mulheres de executivos de empresas de construção civil passam grande parte dos dias na praia. Desfrutando dos prazeres da vida, alguns cidadãos estrangeiros assistem a um jogo de pólo no Arabian Ranches , um projecto imobiliário concebido para os mais endinheirados, atraídos ao Dubai por empregos bem pagos, status social e custo de vida relativamente barato.”

 

O Dubai gera pressão sobre o resto do mundo árabe e muçulmano. Os cidadãos começa a perguntar aos seus governos: se Dubai consegue, por que é que nós não conseguimos?".

 

Não existe outro lugar no mundo como o Dubai. É a capital da extravagância, no ar “estala” uma mistura volátil de excessos e oportunidades. As estrelas mundiais do ténis: Andre Agassi e Roger Federer foram jogar um jogo amigável - no heliporto do hotel Burj-al-Arab . No Dubai vendem-se telemóveis incrustados com diamantes, a 7.600 € cada; Milhões de pessoas chegam de avião só para fazer compras.

 

No Dubai pode observar-se o singular multiculturalismo de uma cidade onde se pode comer num restaurante italiano dirigido por um egípcio com um chef indiano e garçons filipinos que nos cantam operetas a cada meia hora; Ou ver, ao raiar do dia, um grupo de ingleses sair cambaleando de um pub, enquanto nas ruas ecoa o apelo para a oração matinal dos muçulmanos.

 

Dubai criou um dos mais dinâmicos ambientes empresariais do mundo. "Não são apenas os edifícios, as ilhas, os hotéis, são também as facilidades: a legislação, os regulamentos, o ambiente social liberal." Sem impostos sobre as empresas, pessoa física e jurídica e com um sistema bancário avançadissim e um quadro legal que favorece a propriedade e a iniciativa privada, O Dubai simboliza o lema do xeque Rashid: "O que é bom para os comerciantes é bom para Dubai".

 

O filho do xeque Rashid; Xeque Mohammed, hoje com 57 anos e actual governante de Dubai, é um "modernizador radical", e a mais influente personalidade da Arábia desde o rei Abdulaziz, o homem que na década de 1930 unificou reinos, fundou a moderna Arábia Saudita, aproveitou as reservas de petróleo de seu país para torná-lo num “gigante” do mercado a nivel mundial.

 

Parte II - Dubai, cidade relâmpago.
publicado por: Pangea às 19:39
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Sábado, 16 de Junho de 2007

Ouvi dizer que... As cataratas do Niágara

 


Gelo cobrindo as cataratas do Niágara , em 1922"


Foram cobertas por uma colossal camada de gelo e neve em 23 de Janeiro de 1920, abafando por completo o ruído da água que continuava a cascatear por baixo.

 

O desvio da água para “alimentar” as centrais hidroeléctricas era considerado prejudicial. Hoje, as centrais hidroeléctricas mais modernas na região, produzem quase 8,3 milhões de quilowatts de energia.

 

O aquecimento global não relegou para o passado as “pontes de gelo” do Niágara : embora os invernos tenham apresentado uma ligeira subida de temperatura, estima-se que as “pontes de gelo” que ainda se formam todos anos, possam ser vistas pelo menos durante mais meio século.

publicado por: Pangea às 23:09
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Quarta-feira, 13 de Junho de 2007

CHINA - Cidades Instantâneas III

... e as casas erguem-se como cogumelos num complexo residencial em Lishui, uma cidade de média dimensão que floresce.

" ... e as casas erguem-se como cogumelos num complexo residencial em Lishui, uma cidade de média dimensão que floresce."


Um mar de produtos


Na livraria do aeroporto de Wenzhou destaca-se um livro intitulado "Ninguém Entende Realmente o Povo de Wenzhou". Na mesma prateleira encontramos: "O Temido Povo de Wenzhou"; "Segredos para Ganhar Dinheiro, do Povo de Wenzhou"; e "As Jóias do Oriente": "as Histórias Comerciais de 50 Empresários de Wenzhou". Os chineses andam fascinados por essa parte da província de Zhejiang, e a imprensa local contribui para a lenda. A revista Fortune Weekly de Wenzhou publicou um perfil dos milionários locais. Uma das perguntas era: se você fosse forçado a escolher entre o seu negócio e a sua família, com qual ficaria? Quase 60% escolheram o negócio e 20% a família. O restante permaneceu indeciso.


Desde o princípio, o desespero impulsionou a tradição empresarial de Wenzhou. A região tinha pouco solo arável, e o terreno montanhoso era um obstáculo para construir boas estradas para o interior. Com poucas alternativas, os habitantes voltaram-se para o mar, e, no século XVII, no final do período da dinastia Ming, já tinham desenvolvido uma forte cultura comercial. Foram no entanto perdendo alguma vantagem em 1949, quando os comunistas tomaram o poder, e cortaram as ligações marítimas com o exterior extinguindo a iniciativa privada. Mesmo no inicio da década de 1980, quando as reformas de mercado livre de Deng Xiaoping começaram a vingar, Wenzhou tinha algumas desvantagens: os seus habitantes não tinham formação como os de Pequim, e não atraíam o investimento estrangeiro como Xangai. Quando o governo criou a primeira Zona Económica Especial, cujos privilégios comerciais e fiscais destinados a promover o crescimento, escolheu Shenzhen, próximo de Hong Kong.


No entanto Wenzhou possuía um inestimável capital: o instinto comercial do seu povo. As famílias abriram minúsculas oficinas, muitas com menos de 12 trabalhadores, para fabricar produtos simples. Com o tempo, as oficinas cresceram e transformaram-se em fábricas, e Wenzhou passou a dominar certos ramos e com pouca tecnologia. Hoje em dia, um quarto de todo o calçado comprado na China vem de Wenzhou. A cidade fabrica 70% dos isqueiros usados no mundo. Mais de 90% da economia de Wenzhou é privada.

 

Parte III - China, cidades instantâneas.

publicado por: Pangea às 23:09
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