Segunda-feira, 18 de Junho de 2007

DUBAI - Cidade Relâmpago III


“Do 44.º andar de um arranha-céus que irá transformar-se no edifício mais alto do mundo, Mohammad Ali Alabbar, director de desenvolvimento económico de Dubai, observa a “baixa” de Dubai. Programado para estar concluído no próximo ano, o Emaar Burj Dubai incluirá apartamentos, escritórios, e um hotel Armani. Nos últimos 30 anos os responsáveis do Dubai construíram em “grande” e depressa, usando o dinheiro do petróleo. Algures no Golfo Pérsico, em redor do porto de pescas, assiste-se ao crescimento do Centro de Negócios, instituições bancárias, comércio.”

 

Contrastando com os tradicionais autocratas do Oriente Médio, o xeque Mohammed administra o Dubai como um competente director-geral. Além de uma agenda bastante preenchida com compromissos públicos, é frequentemente visto ao amanhecer, a fazer visitas nas zonas em construção do Dubai, tal como o seu pai o fazia. Às vezes aparece de surpresa nos locais das obras, faz perguntas incómodas, despede os maus gerentes no local e recompensa os trabalhadores mais esforçados.

 

Mohammad Alabbar é um exemplo, cresceu, como muitos cidadãos do Dubai, numa tenda feita de folhas de palmeira. O seu pai sustentava a mulher e os 12 filhos com uma rede de pesca. Em 1966 descobriu-se petróleo no Dubai, e Alabbar foi para uma universidade dos Estados Unidos com uma bolsa de estudos paga pelo governo com receitas do petróleo. (Embora no início fossem uma riqueza, as modestas reservas de petróleo do Dubai hoje, representam apenas 6% do PIB.) Depois de se formar, Alabbar impressionou decisivamente o xeque Mohammed durante os seis anos que passou a trabalhar em Singapura, transformando empresas estagnadas em prósperos negócios. O êxito granjeou-lhe o cargo de director de desenvolvimento económico do Dubai, função em que demonstrou a sua capacidade para impulsionar o comércio, eliminando a burocracia administrativa. O governo recompensou-o com a concessão de terras a baixo ou nenhum custo, e ele começou a construir.

 

Alabbar viaja pelo mundo num jacto privado e supervisiona a Emaar, uma das mais ricas empresas de desenvolvimento imobiliário do mundo e responsável pelas obras do edifício Burj Dubai, uma colossal estrutura em forma de torpedo, que será o edifício mais alto do planeta quando for concluído em 2008. Sem esquecer as origens, é com humildade que transmite aos jovens que se trabalha árduamente para chegar até aqui e que ainda há muito por fazer.

 

Parte III - Dubai, cidade relâmpago.
publicado por: Pangea às 19:36
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